Artigo de opinião de Paula Ferreira no JN.
Não discutindo o conteudo, destaco só um excerto que quanto a mim diz tudo:
"Esta distinção só faz sentido se o seu alcance ultrapassar a mera promoção turística, se der o contributo para a preservação, para que os locais escolhidos pelo voto dos portugueses continuem a merecer a classificação de maravilha natural de Portugal."
Nem mais!
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Blessed with roots and culture Here me now again fi prise the true word are da No follow the lass of science but the lass of nature An the youths we chant for dem are the future
Meios aéreos sem eficácia
Artigo que pode ser lido no Jornal da Madeira e que questiona a verdadeira utilidade dos meios aereos no combate aos incêndios, neste caso em particular na ilha da Madeira.
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Relatório Provisório n.º 7/2010 (01-Jan a 31-Ago)
Já disponivel o relatorio provisorio desde 01/01/2010 até 31/08/2010
Aqui
(é assustador ver no mapa as zonas ardidas)
Talvez seja aqui bem aplicada a frase "uma imagem vale mais do que mil palavras", neste caso são duas imagens... O que terá feito a diferença no PN de Montesinho, já que a area ardida é quase inexistente...?
(é assustador ver no mapa as zonas ardidas)
Talvez seja aqui bem aplicada a frase "uma imagem vale mais do que mil palavras", neste caso são duas imagens... O que terá feito a diferença no PN de Montesinho, já que a area ardida é quase inexistente...?
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Vilarinho das Furnas
Bombeiros de Fornos de Algodres plantam uma árvore por cada serviço realizado
Os bombeiros de Fornos de Algodres querem plantar mais de quatro mil árvores até ao fim do ano, no âmbito de uma campanha de reflorestação designada "um serviço, uma árvore amiga", disse hoje fonte da direcção.
A iniciativa visa reflorestar áreas ardidas do concelho e sensibilizar a população para a importância da floresta, explicou o presidente da direcção dos bombeiros voluntários de Fornos de Algodres, Álvaro Melo, no distrito da Guarda.
"Por cada serviço efectuado este ano pela corporação de bombeiros (incêndio florestal, transporte de doentes, acidente rodoviário, limpeza de vias, etc.) pretendemos plantar uma árvore em zonas designadas pelas Juntas de Freguesia e pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal", contou o dirigente.
A meta é plantar mais de quatro mil árvores, tendo em conta que em 2009 os voluntários efectuaram um total de 4229 serviços.
Para concretizar a campanha de reflorestação, a associação humanitária de Fornos de Algodres tem como parceiras várias entidades, nomeadamente o Parque Natural da Serra da Estrela, as escolas superiores agrárias de Castelo Branco e de Viseu, o Instituto Politécnico de Bragança e o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).
Álvaro Melo acrescentou que a iniciativa que envolverá a população e os alunos das escolas do concelho consistirá na plantação de árvores e arbustos originais da flora portuguesa, para conservação da biodiversidade. Serão plantadas árvores como o carvalho negral, pinheiro, vidoeiro, cerejeira, freixo e sabugueiro.
A Escola Superior Agrária de Castelo Branco já ofereceu 40 azereiros e 20 pinheiros mansos, que serão plantados após a abertura do ano lectivo.
O dirigente admite que a campanha não se esgotará no final do ano, apontando que no concelho há muitas áreas que necessitam de ser reflorestadas e as mais de quatro mil árvores que os bombeiros prevêem plantar "não são suficientes" para cobrir toda a área do Município. "Só este verão arderam 1200 hectares de mato e floresta" em incêndios registados no concelho de Fornos de Algodres, apontou Álvaro Melo.
A acção "um serviço, uma árvore amiga" também visa "sensibilizar a população para que faça alguma coisa pela recuperação das áreas ardidas", concluiu.
in PUBLICO
Têm de ser sempre os outros a fazer aquilo que é da responsabilidade do estado... Já no PNSE foi assim...
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A iniciativa visa reflorestar áreas ardidas do concelho e sensibilizar a população para a importância da floresta, explicou o presidente da direcção dos bombeiros voluntários de Fornos de Algodres, Álvaro Melo, no distrito da Guarda.
"Por cada serviço efectuado este ano pela corporação de bombeiros (incêndio florestal, transporte de doentes, acidente rodoviário, limpeza de vias, etc.) pretendemos plantar uma árvore em zonas designadas pelas Juntas de Freguesia e pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal", contou o dirigente.
A meta é plantar mais de quatro mil árvores, tendo em conta que em 2009 os voluntários efectuaram um total de 4229 serviços.
Para concretizar a campanha de reflorestação, a associação humanitária de Fornos de Algodres tem como parceiras várias entidades, nomeadamente o Parque Natural da Serra da Estrela, as escolas superiores agrárias de Castelo Branco e de Viseu, o Instituto Politécnico de Bragança e o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).
Álvaro Melo acrescentou que a iniciativa que envolverá a população e os alunos das escolas do concelho consistirá na plantação de árvores e arbustos originais da flora portuguesa, para conservação da biodiversidade. Serão plantadas árvores como o carvalho negral, pinheiro, vidoeiro, cerejeira, freixo e sabugueiro.
A Escola Superior Agrária de Castelo Branco já ofereceu 40 azereiros e 20 pinheiros mansos, que serão plantados após a abertura do ano lectivo.
O dirigente admite que a campanha não se esgotará no final do ano, apontando que no concelho há muitas áreas que necessitam de ser reflorestadas e as mais de quatro mil árvores que os bombeiros prevêem plantar "não são suficientes" para cobrir toda a área do Município. "Só este verão arderam 1200 hectares de mato e floresta" em incêndios registados no concelho de Fornos de Algodres, apontou Álvaro Melo.
A acção "um serviço, uma árvore amiga" também visa "sensibilizar a população para que faça alguma coisa pela recuperação das áreas ardidas", concluiu.
in PUBLICO
Têm de ser sempre os outros a fazer aquilo que é da responsabilidade do estado... Já no PNSE foi assim...
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Enxurrada em Chaves (Pastoria)
Comunicado FAPAS
Se aqui critiquei o 1º comunicado da FAPAS, não pelo conteudo em si, mas sim por ter colocado todos os habitantes do PNPG no mesmo saco, cabe-me agora evidenciar também o 2º comunicado emitido pelos mesmos.
A diferença mostrada do nº de fogos entre o dia 01/08 e 22/08 entre Portugal e Espanha é por demais evidente!
Acompanho com frequência o blog Ambio, onde este assunto do Suão (vento de leste) foi varias vezes debatido como um dos responsaveis pelos incêndios de Agosto. Na minha ignorância parecem-me logicos os argumentos apresentados. Mas no meu senso comum é-me também dificil aceitar que esse mesmo vento Suão seja responsavel pelas inumeras ignições detectadas na altura, algumas até à noite apesar de também haver justificações cientificas para isso como a autocombustão de material combustivel seco e acumulado. Talvez responsavel pelas condições favoraveis à sua propagação mas dificilmente no seu inicio.
Este mapa apresentado pela FAPAS demonstra que existem mais factores alem dos ventos de leste, ou não fossem os Espanhois os mais afectados pelo Suão. Eu também estou de acordo com a FAPAS quando atribui aos incêndios no PNPG, mão humana. E estou também de acordo que não é o deficiente mental ou o alcoolico que são os mentores, mas sim, apenas executantes.
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A diferença mostrada do nº de fogos entre o dia 01/08 e 22/08 entre Portugal e Espanha é por demais evidente!
Acompanho com frequência o blog Ambio, onde este assunto do Suão (vento de leste) foi varias vezes debatido como um dos responsaveis pelos incêndios de Agosto. Na minha ignorância parecem-me logicos os argumentos apresentados. Mas no meu senso comum é-me também dificil aceitar que esse mesmo vento Suão seja responsavel pelas inumeras ignições detectadas na altura, algumas até à noite apesar de também haver justificações cientificas para isso como a autocombustão de material combustivel seco e acumulado. Talvez responsavel pelas condições favoraveis à sua propagação mas dificilmente no seu inicio.
Este mapa apresentado pela FAPAS demonstra que existem mais factores alem dos ventos de leste, ou não fossem os Espanhois os mais afectados pelo Suão. Eu também estou de acordo com a FAPAS quando atribui aos incêndios no PNPG, mão humana. E estou também de acordo que não é o deficiente mental ou o alcoolico que são os mentores, mas sim, apenas executantes.
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Enxurrada em Seia - PNSE
Ontem foi possivel verificar em Seia no PNSE um dos efeitos imediatos dos incêndios, o perigo das enxurradas. Com a maior parte da flora consumida pelo fogo, não há o factor suporte de terras o que provoca nas encostas verdadeiros rios de lama assim que aparecem as primeiras chuvas.
No caso do PNPG, é de salientar que este problema será concerteza um aspecto a ter em conta, principalmente porque falamos de uma zona com elevados indices pluviométricos ou não fosse apelidada de barreira de condensação.
Relembro que toda a encosta oeste do vale das Caldas do Gerês ardeu, desde a Central Hidroelectrica de Vilarinho das Furnas (inicio da albufeira da Caniçada) até ao Vidoeiro.
A situação na Serra Amarela, nomeadamente as zonas de Germil, Ermida, Louredo e Sobredo, podem também ter problemas semelhantes assim como algumas zonas na Serra do Soajo.
Nas visitas "velatórias" do Sr. Ministro da Agricultura efectuadas ao PNPG e ao PNSE foi visivel uma diferença enorme (que se pode explicar por uma questão de competências, ou não...) nos assuntos focados. No PNPG falou-se de ajudas financeiras a locais consoante as areas de actividade. No PNSE falou-se de reflorestação, recuperação dos solos...
Na questão dos apoios (imperativos como é evidente) deveria / deverá ser acautelada uma situação que já se verificou aquando da atribuição de compensações aos pastores que viam o seu gado atacado por lobos, estes apoios não são uma fonte de rendimento, são uma compensação pelo sustento perdido...
Ainda não foi possivel ouvir da parte do PNPG e ICNB, qualquer comunicado sobre quais as acções a tomar no imediato, tanto preventivas como de recuperação. Apenas relatorios provisorios... a continuar assim, talvez provisório seja o estatuto de Parque Nacional!
Estará o Estado realmente interessado em manter um Parque Nacional?
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No caso do PNPG, é de salientar que este problema será concerteza um aspecto a ter em conta, principalmente porque falamos de uma zona com elevados indices pluviométricos ou não fosse apelidada de barreira de condensação.
Relembro que toda a encosta oeste do vale das Caldas do Gerês ardeu, desde a Central Hidroelectrica de Vilarinho das Furnas (inicio da albufeira da Caniçada) até ao Vidoeiro.
A situação na Serra Amarela, nomeadamente as zonas de Germil, Ermida, Louredo e Sobredo, podem também ter problemas semelhantes assim como algumas zonas na Serra do Soajo.
Nas visitas "velatórias" do Sr. Ministro da Agricultura efectuadas ao PNPG e ao PNSE foi visivel uma diferença enorme (que se pode explicar por uma questão de competências, ou não...) nos assuntos focados. No PNPG falou-se de ajudas financeiras a locais consoante as areas de actividade. No PNSE falou-se de reflorestação, recuperação dos solos...
Na questão dos apoios (imperativos como é evidente) deveria / deverá ser acautelada uma situação que já se verificou aquando da atribuição de compensações aos pastores que viam o seu gado atacado por lobos, estes apoios não são uma fonte de rendimento, são uma compensação pelo sustento perdido...
Ainda não foi possivel ouvir da parte do PNPG e ICNB, qualquer comunicado sobre quais as acções a tomar no imediato, tanto preventivas como de recuperação. Apenas relatorios provisorios... a continuar assim, talvez provisório seja o estatuto de Parque Nacional!
Estará o Estado realmente interessado em manter um Parque Nacional?
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